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Exibia uma arquitetura grandiosa para a década. Alto, cobertura envidraçada, feito de tijolos de barro, o prédio original do Mercado Municipal difere muito do Mercado Municipal de hoje.
Assim que passou a funcionar, tornou-se um marco para a cidade. Abastecia muitas famílias de todas as classes sociais da cidade e região.
No Mercado Municipal encontrava-se de tudo, alimentos, suprimentos, calçados, roupas, tecidos até ferramentas.
Durante oito anos o grupo Folena & Cia, concessionário do imóvel, explorou o local, até que a Prefeitura indenizando o grupo em "120 contos de reis" e tomou posse do imóvel.
Reconstrução
O antigo prédio foi atingido pelas enchentes, características da cidade, mas em 7 outubro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, um curto circuito foi o motivo do grande incêndio que destruiu o prédio, tornando-o inabitável.
Comerciantes que atuavam no Mercado, viram-se obrigados a se mudarem para barracas na Av. Francisco Junqueira. O mau cheiro e a falta de higiene eram constantes e por isto foram obrigados a desativar seus comércios por falta de espaço adequado ao tipo de serviço.

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Em 1956, surgiu a proposta da construção de um novo Mercado Municipal.
Após 16 anos da tragédia, o então prefeito, Constábile Romano inaugura o prédio. A partir do dia 28 de setembro de 1958 o novo prédio do Mercado Municipal retomou impulso econômico e até então se mantém, apesar de desgastado e envelhecido. |
Projetado pelo engenheiro Jaime Zeiger, o novo prédio passou a exibir uma arquitetura moderna, inovadora para época. Com 4.150 metros quadrados divididos por um corredor principal, cinco corredores secundários, a parte externa, revestida por pastilhas foi presenteada com a obra do artista Bassano Vaccarini..
Na década de 90, o Mercado Municipal passa a ser responsabilidade da Coderp - Companhia de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto.
Conta atualmente com 152 boxes que oferecem os mais diversificados produtos nos
4.150 metros quadrados de área construída. Tombado pelo Condephaat (Conselho de
Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1993 como Patrimônio Histórico através da lei Municipal nº 6.597 e em 08 de novembro de 2004 a lei municipal nº 10.250, declara o Mercado Municipal ponto turístico do município.
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