|
|
Diretor Presidente:
Silvio Martins
Atendimento ao Cliente Imobiliário:
Pessoalmente:
Sede: Av. Treze de Maio, 157
Jardim Paulistano - RP
Poupatempo - Novo Shopping: Nova Ribeirânia - RP
Escritório Fernandópolis:
Rua Rio de Janeiro, 1483 - Fernandópolis
Telefone:
(16) 3968-8223 - Serviço de Atendimento ao Cliente Imobiliário
(16) 3968-8200 - PABX
(16) 3968-0001 - Fax
|
|
Arrendamento Residencial
Objetivo – Reduzir os índices do déficit habitacional através da implantação de Programas de Locação. Desenvolver e aplicar modelo de gestão em locação social, através de projetos piloto no município de Ribeirão Preto, numa primeira etapa reabilitando e reformando edifícios degradados, vagos e inativos e ainda em cortiços existentes. Após a avaliação do programa e de sua aceitação, planejar a execução de novas edificações.
Histórico – Em vários países europeus, com economia desenvolvida, como França, Inglaterra, Alemanha, Holanda e Bélgica, as políticas de aluguel social tornaram-se uma verdadeira tradição no atendimento as populações mais carentes. Nesses países, a situação do pós-guerra pressionou o Estado, que se reorganizava, a colocar em prática uma política habitacional que agisse efetivamente sobre o enorme déficit habitacional enfrentado por uma população empobrecida. O desafio estava em promover a construção habitacional e ao mesmo tempo, garantir a moradia a todas as faixas de renda, através de mecanismos de subsídios. Nos países onde se desenvolveu, com maior impulso, a locação social, se caracterizou por três aspectos básicos:
- um sistema próprio de financiamento, com recursos privados retornáveis;
- sistema com recursos do poder público, com subsídios;
- políticas fiscais de incentivos para estimular e beneficiar agentes interessados.
O exemplo europeu, construído nos últimos 45 anos, notadamente com recursos subsidiados, apresenta um padrão de qualidade e de gestão (pública e privada) em geral eficiente e responde hoje por uma significativa parcela da oferta habitacional desses países. No Brasil, onde a “Cultura da Casa Própria” está arraigada na mentalidade do brasileiro, onde a propriedade da moradia para a população de baixa renda tem representado uma forma de segurança diante do arrocho salarial, incertezas da previdência social, instabilidades permanentes, não é fácil reverter este processo. Desde 1964 (BNH) um único modelo de financiamento habitacional para baixa renda tem sido a política estabelecida. Numa política de subsídios, o direito de propriedade tem que dar lugar ao direito de moradia.
Projetos-piloto:
Demanda prioritária – Os resultados do modelo de gestão serão aplicados aos moradores de favelas, cortiços, habitações subnormais, através de recuperação, reabilitação, reciclagem de edifícios, galpões, casarões inativos, integrados na malha urbana.
Uso do imóvel – patrimônio – Durante um período de carência, cujo prazo será definido pelo Conselho Municipal de Moradia Popular, os imóveis devem permanecer como patrimônio do Fundo de Incentivo a Construção de Moradia Popular, FIN-MORAR. Neste período a ocupação dos imóveis pelo beneficiário do programa deverá ser regulamentada por contrato de concessão de uso. Transcorrido o prazo de carência, existirá possibilidade de aquisição definitiva do imóvel por parte do beneficiário que estiver em condições de renda para ser reintegrado ao sistema de financiamento.
|