Secretaria Municipal da Educação

  


Secretária:
Profª Maria Débora
Vendramini Durlo

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Fax: (16) 3977-9121

 


Projetos

Projetos:

Os quatro pilares da educação:

A Educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda vida, serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento:

1- Aprender a conhecer
2- Aprender a fazer
3- Aprender a viver juntos
4- Aprender a ser

1- Aprender a conhecer

Este tipo de aprendizagem não se prende a uma formação de códigos ou uma sistematização de disciplinas curriculares, mas sim o próprio conhecimento de si, do meio, do mundo que o rodeia.

A partir deste momento as experiências são fundamentais e o conhecimento do todo (cultura geral) permite compreender melhor o ambiente sobre diversos pontos de vistas. “Também significa aprender a aprender”, pois possibilita trabalhar em profundidade conteúdos relacionados a áreas específicas.
 

2- Aprender a fazer

Não se pode mais pensar na educação que esteja estreitamente ligada a formação profissional, pois não é possível prever a sua evolução, por que não se deve preparar alguém somente para determinada coisa.

Aprender a fazer é adquirir não somente uma qualificação profissional, mas competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações e a trabalhar em equipe.
 

3- Aprender a viver juntos, aprender a viver com os outros

A história humana nos conta que sempre foi conflituosa, pois existe de forma inerente processos de auto-destruição e hegemonia de poder, por isso a educação voltada a viver junto, não pode modificar estas situações conflituosas, para isso a educação nesse início de milênio deve utilizar duas vias complementares: a descoberta do outro (próximo) e a participação em projetos comuns como por exemplo: melhorar as condições individuais, buscar a PAZ, etc.; porque aprender a viver com os outros é capacitar a compreensão do outro, no respeito pelos valores do pluralismo.

4- Aprender a ser:

Neste momento de globalização e de mudanças imensas é importante se dar valor a imaginação e a criatividade. Este nosso século necessita dessa diversidade de talentos e de personalidades.

Nenhuma das potencialidades deve ser negligenciada na educação, porque cada vez se exige mais a capacidade de autonomia e de julgamento, que do crescimento de responsabilidade pessoal, a realização do destino coletivo que visa as transformações individuais para fazer com que o HOMEM aprenda a ser “melhor”.
 

Princípios norteadores da ação pedagógico-didática:

A Pré-Escola vem ampliando gradativamente as suas funções, ultrapassando os limites do atendimento meramente assistencialista para colocar em prática um trabalho pedagógico fundamental para o desenvolvimento da criança.

Com essa perspectiva, a Educação Pré-Escolar redefine seu trabalho propondo uma ação que forneça os suportes fundamentais para a evolução subseqüente do pré-escolar.

A expansão da educação infantil no Brasil e no mundo tem ocorrido de forma crescente nas últimas décadas, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias. Por outro lado a sociedade está mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que motiva demandas por uma educação institucional para crianças de zero a cinco anos.

Com o reconhecimento na Constituição Federal de 1998 a educação infantil em Creches e Pré-escolas passou a ser, ao menos do ponto de vista legal, um dever do Estado e um direito da criança (Artº 208, inciso IV). O Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, destaca também o direito da criança a este atendimento.

Reafirmando essas mudanças, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº9394, promulgada em dezembro de 1996, estabelece de forma incisiva o vínculo entre o atendimento às crianças de zero a seis anos.

A educação infantil é considerada a primeira etapa da educação básica (título V, capítulo II, seção II, artigo 29) tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade, o texto legal marca ainda a complementaridade entra as instituições de educação infantil e a família.

A educação pré-escolar deve preocupar-se em propiciar ao aluno vivências desafiadoras, respeitando seu desenvolvimento.

É essa perspectiva que se procurou desenvolver uma proposta curricular para a educação pré-escolar. Dois aspectos serão enfatizados em relação as crianças, o pressuposto fundamental de que esse período de escolarização deve contribuir para o desenvolvimento da representação lingüística da simbólica, da compreensão progressiva das relações lógico-matemáticas e da socialização. Em relação ao professor, a explicitação teórica e de diretrizes para auxiliá-lo a transformar sua prática num exercício constante de reflexão, buscando definir as razões e as conseqüências da sua atuação.

A elaboração de qualquer proposta curricular deve atender as necessidades educacionais de uma realidade, podendo ser reformulada e reconstruída sempre que as exigências dessa realidade indicar a sua inadequação.

A metodologia da educação pré-escolar não deve adotar os princípios rígidos do ensino formal/tradicional, mas também não pode sujeitar-se ao simples improviso.A criança precisa de limites para sentir-se segura e protegida, precisa de espaço onde se sinta livre para agir, acertando ou errando deve ser o agente de seu desenvolvimento.

Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo é o desafio da educação infantil e de seus profissionais. Embora os conhecimentos derivados da psicologia, antropologia, sociologia, medicina, etc., possam ser de grande valia para desvendar o universo infantil apontando algumas características comuns de ser das crianças, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.




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