Secretaria Municipal da Educação

  


Secretária:
Profª Maria Débora
Vendramini Durlo

gabinete@educacao.pmrp.com.br

Praça Alto de São Bento, 11
Fone: (16) 3977-9100
Fax: (16) 3977-9121

 


Projetos

Projeto Autonomia e identidade

“Quem somos de onde viemos”

Duração: março e abril

Sensibilizar:

- Sensibilizar a criança no uso coletivo e individual dos materiais moveis e objetos;

- Aguçar na criança a capacidade de criar e fazer uso da sua criação: seja um brinquedo de sucata ou uma leitura, de forma a favorecer a auto – estima;

- Auto-estima, interiorização da estima que se tem por ela e da confiança da qual é alvo.

Objetivos:

- Identificar o seu nome e de sues colegas;
- Estimular a capacidade criativa;
- Tomar conhecimento de si e dos outros;
- Contribuir para a aquisição de novas regras de convívio social;
- Proporcionar a ampliação dos conhecimentos infantis por meio de atividades lúdicas;
- Despertar valores de cooperação, solidariedade, respeito e melhor qualidade de vida.

Conteúdos:

- Explorar os crachás de todas as maneiras possíveis;

- Montar um mural com o nome das crianças destacando: letras iniciais, finais, quantidade de letras, semelhanças e diferenças;

- Discutir e elaborar com as crianças as regras de convívio social para a sala;

- Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais tais como: músicas, parlendas, trava – língua, advinhas, poemas, poesias;

- Explorar a origem do nome da criança e o local onde nasceu;

- Apresentação de objetos pessoais que fazem parte da história de vida da criança (álbum de fotografias, filmes, livros, etc.);

- Conhecer, explorar e confeccionar a árvore genealógica de cada criança.

Orientações:

  • Crachás;

  • Livros;

  • Música;

  • Pesquisa;

  • Poemas;

  • Entrevistas;

  • Murais;

  • Ficha informativa da criança;

  • Fotos;

  • Cartazes;

  • Alfabeto.


Projeto Encantar

(Som, Ritmo, Rima e Poesia)
Duração: anual

Justificativa:

A música é muito importante na vida das crianças pois as mesmas já nascem em ambientes musicais diversos.

Trabalhar música na escola é continuar o universo que a criança já traz consigo.

A música desenvolve na criança a identificação do som e suas variantes o ritmo e a linguagem.

Objetivos:

- Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;
- Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
- Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo.
- Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos por meio de músicas, brincadeiras, jogos e danças.

Conteúdos:

- Exploração de obras musicais para propiciar o contato e experiências com a linguagem musical;

- Apresentar objetos que produzam sons variados;
- Emitir sons diversos: com a boca, mãos, pés, dedos, etc.;
- Jogos e brincadeiras que envolvam a dança e a música;
- Repertório de canções para desenvolver a memória musical;

- Através das respectivas letras das músicas trabalhadas, explorar: linguagem escrita, rima, criar e recriar poesias.

Orientações didáticas:

  • Cds;

  • Bandinha;

  • Objetos diversos;

  • O próprio corpo;

  • Brincadeiras;

  • Jogos;

  • Danças;

  • Parlendas;

  • Cartazes.



Projeto: “Aniversário de Ribeirão Preto”

Duração: mês de junho

Justificativa:

O projeto “Aniversário de Ribeirão Preto” tem como objetivo principal fazer com que o Aluno valorize os fatos históricos e a cultura de nossa cidade, podendo assim participar como Cidadão do desenvolvimento histórico – social e político.

A metodologia se desenvolverá de forma lúdica e prazerosa

Objetivos:

- Conhecer os principais pontos turísticos da Cidade de Ribeirão Preto;
- Estimular o interesse pela história do Município;
- Socialização e estabelecer noções de cidadania;
- Enriquecimento social, oral e visual;
- Estimular a criatividade;
- Estimular a preservação do meio ambiente

Atividades a serem desenvolvidas:

Passeios de ônibus passando por pontos turísticos:

- Teatro Municipal;
- Teatro de Arena;
- Casa da Cultura;
- Sete Capelas;
- Igreja Catedral;
- Palácio do Rio Branco;
- Estátuas (Praça XV);
- Museu do Café;
- Câmara Municipal;

Comemoração Cívica:

- Hastear a Bandeira do Brasil e Ribeirão Preto;
- Cantar o Hino de Ribeirão Preto;
- Parabéns pela Cidade de Ribeirão Preto.

Recursos didáticos:

- Pesquisa de jornais e revistas dos pontos históricos de Ribeirão Preto;
- Desenhos livres e dirigido do bolo com recorte;
- Explanações verbais pelos professores;
- Mural: desenho com guache;
- Cantar o hino de Ribeirão Preto.



Projeto Adaptação

Período: 03 a 20 de fevereiro

- 03 a 06 de fevereiro
  - horário reduzido: período – 7h30 às 10h da manhã.
                                             13h às 15h30 da tarde

- 09 a 20 de fevereiro
  – horário normal
 

Música: O Bicho Homem
Autor: Márcio Coelho

O boi tem chifre
O gambá tem cheiro
Meu canarinho
Cantarola o dia inteiro
E o bicho homem
Tem nome
E o bicho homem
Tem nome
Se você também é homem
Ou se é mulher,
Vou querer saber seu nome
Diga como é!

"As pessoas com quem construíam vínculos afetivos estáveis são seus mediadores principais, sinalizando e criando condições para que as crianças adotem condutas, valores, atitudes e hábitos necessários a inserção naquele grupo ou cultura específica".

(Referencial vol. 2 p. 17)

Justificativa:

Criar um ambiente acolhedor fornecendo elementos afetivos e de linguagem para que as crianças apreendam a conviver, buscando soluções mais adequadas para as situações com as quais defrontam diariamente.

A educação infantil ressalta a função de proporcionar às crianças acolhimento que propicie um ambiente atrativo, aconchegante e de fácil acesso aos pais, viabilizando a localização das que se estabeleça vínculo afetivo com o professor e as outras crianças.

Objetivos:

- Tornar a chegada das crianças à escola, agradável e tranqüila;
- Dar oportunidade de trabalhar a expressão dos sentimentos do ser humano;
- Solidificar os sentimentos da gente e o sentimento dos outros. Favorecer a interação escola / família através de atividades;
- Viabilizar a socialização e adaptação através de diferentes formas de linguagem;
- Orientar o aluno na localização de sua sala de aula, dependências da escola, funcionários e suas funções;
- Levar a criança a brincar e trabalhar em grupo;
- Levar a criança a perceber a importância da cooperação nas relações humanas.

Conteúdos:

- Trabalhar com diferentes formas de linguagem (oral / corporal / musical / plástica / etc.)
- Atividades lúdicas;
- Exploração do ambiente e dos materiais escolares;
- Aquisição de hábitos e adequação a regras;
- Conhecer amigos e profissionais da escola;
- Elaboração de regras básicas.

Orientações didáticas:

- Organização do espaço físico da sala de aula, de modo a ser significativo para a criança;

- Interação da criança / criança, criança / adulto, será feita através de trabalhos em grupo, conversas informais, atividades livres e estruturadas em sala de aula, parque e quadra;

- Relatos de histórias e vivências;

- Leitura de histórias e contos infantis;

- Musical;

- Massinha, guache;

- Recorte e colagem;

- Visitas as dependências da escola.

Avaliação:

A avaliação será usada para apontar os progressos que cada aluno faz no decorrer do trabalho, tendo como referência suas condições ao início do trabalho.

Será usada também para valorizar as aquisições que o aluno já fez e para definir novas estratégias para fazê-lo avançar um pouco mais.

Anexo complementar – Agora é minha vez de falar – Conferência Municipal da Criança

Desenvolvimento da 2ª semana de março:

Promover a roda da conversa para socializar e refletir com os alunos as informações tabuladas pela SME por ocasião da Conferência Municipal da Criança, intitulada “Agora é a minha vez de falar, que aconteceu no período de 13 a 17 de outubro de 2003, conforme segue: o que eu quero / o que eu não quero.



Projeto parceiros do saber: Escola e pais

Duração: durante todo ano

Justificativa:

Nos dias de hoje verificamos uma sobrecarga crescente nas responsabilidades da escola no que confere a educação da criança, a falta de tempo ocasionada pela luta diária pelo pão de cada dia fazem dos pais figuras cada vez mais ausentes na vida de seus filhos.

A escola passou a ter quase um status de lar e os professores além de suas atividades pedagógicas, muitas vezes suprem a criança de afeto, fazendo o papel da mãe ou pai.

Diante disso faz-se necessária a presença dos pais na escola, de torná-los cada vez mais cientes de suas responsabilidades também como educador.

Sendo a escola uma extensão da sociedade ela não sobrevive sozinha, dai a criação deste projeto que visa uma maior interação sociedade / escola.

Objetivos:

- Dar noção ao pai ou responsável do funcionamento de uma escola, ampliar seus conhecimentos tanto no aspecto científico quanto técnico;

- Dar a oportunidade ao pai de conhecer o trabalho do professor para que assim ele possa valorizá-lo;

- Estimular o amor e o cuidado por parte dos pais e comunidade pela escola quanto a preservação do prédio;

- Proporcionar aos pais a oportunidade de realizarem cursos e disponibilizar informações que os capacite assim de cuidar e zelar pela integridade física de suas crianças tornando-as assim mais capazes.

Conteúdo:

- Cursos e palestras sobre temas que tratem de assuntos de interesse da nossa comunidade escolar;

- Realização de atividades visando maior integração escola / comunidade, isso através de reuniões, debates e lazer.

Avaliação:

Será feita através da verificação do aumento do índice de participação da comunidade no ambiente escolar a partir do início da aplicação do conteúdo.



Projeto: Regras de Convivência

Público Alvo: Todos os alunos

Período de realização: Anual

Justificativa: Como as crianças não nascem sabendo o que é certo e o que é errado, cabe aos adultos orientá-las no sentido de se tornarem pessoas prudentes, responsáveis e respeitáveis.

Objetivos:

  • Estimular o desenvolvimento moral;

  • Exercitar comportamentos socialmente aceitáveis;

  • Sensibilizar as crianças para que possam fazer o que é certo e fazer o bem;

  • Desenvolver um saudável senso de certo e errado nas crianças.

Orientações didáticas:

  • Através da determinação de regras coletivas com o grupo procurar discuti-las detalhadamente, reforçando-as sempre que necessário;

  • Utilizar exemplos, histórias, músicas, filmes, etc., para reforçar o comportamento das crianças em direção à virtude;

O mais importante é estarmos atentos para as mensagens que enviamos a partir de nossas próprias ações.

Avaliação: Observação diária do comportamento infantil.

Bibliografia:

- Llewellyn, Claire e Gordon, Mike – “É meu! Não empresto” – Editora Scipione, 2002 – Coleção Valores.



Projeto: Boas Maneiras

Público alvo: Todos os alunos

Duração: Anual

Justificativa: O Projeto Boas Maneiras tem por fim fazer com que o aluno se torne no futuro um cidadão responsável, que respeite o seu espaço e o do outro, e que através do que foi aprendido em relação ao seu comportamento consiga viver bem em sociedade.

Objetivos:

Sensibilizar a criança a:

  • Conviver com as diferenças e respeitar as regras de convivência;
  • Elaborar as mais variadas atitudes no seu dia-a-dia, tanto na escola como em casa;
  • Cooperar e colaborar com a organização dos ambientes doméstico e escolar;
  • Ter hábitos saudáveis de higiene;
  • Orientar para que a criança respeite o seu espaço e o do outro;

Orientar para que tenha bom comportamento em comemorações cívicas.

Desenvolvimento:

Realizar as atividades em momentos de:

  • Conversas informais, leituras de livros para – didáticos e brincadeiras e jogos lúdicos;

  • Atividades de artes visuais, músicas;

  • Através da convivência diária com as regras da classe;

  • Através de alguns passeios realizados pela escola.

  • Conteúdo:

    • Bons princípios;

    • Boas maneiras;

    • Respeito ao próximo e a si mesmo;

    • Valorização dos símbolos nacionais;

    • Desenvolvimento da cidadania;

    • Ser organizado e colaborador quanto as suas atitudes.

    Avaliação: A avaliação será continua e decorrente do processo.

    O projeto será amparado pela seguinte bibliografia:

    Coleção: Valores, Brian Moses e Mike Gordon, Editora Scipione, os seguintes livros:

    • “Não fui eu” – Aprendendo sobre a honestidade;

    • “Com licença” – Aprendendo sobre convivência;

    • “E eu com isso?! - Aprendendo sobre respeito;

    Bibliografia:

    - Gomboli, Mário – Tudo o que você deve saber para não se comportar mal – Editora Paulus, 2001 – Coleção os Conselhos do Lobinho.



    Projeto: Ninguém é igual a ninguém

    Publico alvo: Todos os alunos da escola

    Duração: Anual

    Objetivo:

    Analisar idéias e explorar possibilidades. Investigar em que situações alguns dados são importantes. Procurar igualdade e diferenças. Levar a criança a prestar atenção ao que os outros falam e esperar sua vez.

    O educador pode fazer a leitura do livro todo ou contar a história para os alunos. Num segundo momento, o professor fará uma roda de conversa com as crianças que vão dialogar sobre a história lida. Neste momento, a professora estará atenta aos temas que mais serão discutidos pelas crianças e poderá colocar algumas das questões, abaixo sugeridas, com o objetivo de fazê-las refletir sobre os fatos cotidianos vivenciados pelos personagens.

    Temas sugeridos: moradia, sentimentos, características físicas, ser diferente.

    Reflexões sugeridas:

    Moradia

    Lendo a página 3, podemos investigar a questão da habitação.

    1 – A criança do livro mora na rua? Então onde ela mora?

    2 – Só podemos morar em uma rua? Onde mais é possível morar? (Fazenda? Árvore? Barco?)

    3 – Você conhece alguém que não tem casa para morar? Onde ela mora? Na rua?

    4 – A casa de uma pessoa pode ser na rua?

    5 – Uma casa precisa ter teto, parede, telhado, banheiro, porta, janela, torneira, quarto, sala? Por quê?

    6 – É importante saber onde moramos? Por quê?

    7 – É importante saber onde os outros moram? Por quê?

    8 – Podemos dizer que conhecemos as pessoas porque sabemos onde ela mora?

    9 – Você conhece seus vizinhos?

    10 – É importante saber quem são os vizinhos? Por quê?

    Sugestões de atividades: Música:



    A CASA
    (Vinícius de Moraes)

    Era uma casa
    Muito engraçada
    Não tinha teto
    Não tinha nada
    Ninguém podia
    Entrar nela não
    Porque na casa
    Não tinha chão
    Ninguém podia
    Dormir na rede
    Porque na casa
    Não tinha parede
    Ninguém podia
    Fazer pipi
    Porque penico
    Não tinha ali
    Mas era feita
    Com muito esmero
    Na rua dos Bobos
    Número zero

    - Confecção da dobradura da casa montagem de um painel com o trabalho das crianças. Pode-se fazer uma rua, um bairro, etc.

    Características Físicas

    Lendo as páginas 4, 5, e 6, podemos analisar as idéias do personagem a respeito das características físicas dos colegas.

    1 - O que é ser uma pessoa gorducha?
    2 – Alguém pode ser considerada gorda por uma pessoa e magra por outra? Explique.
    3 - O que você pensa sobre a atitude dos meninos de chamarem Paulinho de “Baleia, saco de areia”?
    4 – Você já agiu de modo semelhante? Quando?
    5 – Outras pessoas já chamaram você por um apelido que você não gostou? Por quê?
    6 – Por quê Joana queria ser branca?
    7 – Existem diferenças entre crianças negras e brancas? E semelhanças?
    8 – Que argumentos você poderia usar para deixar Joana mais feliz?
    9 – Por quê Davi era chamado de “cabeça de fogo”? O que era vermelho a cabeça ou o cabelo de Davi?
    10 – Por quê algumas pessoas colocam apelidos em outras?
    11 – Existem apelidos carinhosos ou todos são ofensivos? Você tem apelido? Você gosta dele?
    12 – O que é mais importante: As características físicas ou jeito que somos? Explique.

    Sugestões de atividades:

    • Pedir para as crianças compararem as características que aparecem no livro com suas próprias características. A professora pode levar um espelho para a sala de aula, deixar as crianças se olharem e depois se desenharem.

    • Observar as impressões digitais:

    O professor pode pedir para as crianças observarem as próprias mãos e os dedos (as impressões digitais). Depois, as crianças poderão “molhar” os dedinhos na tinta e “carimbá-los” em uma folha de papel. Elas podem trocar impressões digitais, discutindo sobre o que há de igual e de diferente entre uma e outra. Ao final, as crianças podem se desenhar a partir das impressões digitais carimbadas.

    Sentimentos

    Lendo as páginas 7, 8, 9 e 10, podemos observar os sentimentos do personagem sobre si mesmo

    1 – O que você mais gosta em você? Há algo que você não goste em você?

    2 – Há algo que deixa você com raiva, triste, feliz? Como você fica? O que você tem vontade de fazer?

    3 – Outras pessoas podem ajudá-lo a se sentir melhor? Quem? Por quê?

    4 – E você pode ajudar outras pessoas? Como?

    5 – O que podemos fazer para ajudar aos outros e a nós mesmos? Coloque suas idéias.

    Sugestões de atividade:

    - As crianças podem fazer expressões faciais de sentimentos e emoções. O professor também pode contar uma história, como por exemplo: “Lucas caiu e machucou o joelho ele está com dor, como o rosto dele está?”.

    - Pedir para as crianças representarem com expressões faciais, o que sentem quando:

    1 – Sentam sobre pedrinhas

    2 – Batem o braço

    3 – Vêem uma briga

    Ser Diferente

    Lendo a página 11, podemos analisar a questão das igualdades e diferenças.

    1 – É possível uma pessoa ser igual a outra? E uma pessoa ter características parecidas com as de outras pessoas?

    2 – Você conhece pessoas iguais? Os gêmeos são iguais? Eles pensam da mesma forma?

    3 – Já pensou se todos fossem iguais? Como seria o mundo?

    Sugestões de atividades:

    - O professor pode pedir para que as crianças se agrupem de acordo com uma regra estabelecida por elas. As crianças devem se organizar sozinhas e devem tentar resolver os problemas que aparecerem por elas mesmas.

    Exemplo de agrupamento: por sexo, idade, nome, tipo de calçado, etc..

    - Pode ser colocado, no centro do círculo, cinco objetos. O professor pode pedir para que as crianças observem os objetos durante alguns minutos. Em seguida, poderá cobrir alguns objetos e as crianças deverão dizer quais dos objetos antes observados, agora estão cobertos.

    Bibliografia:

    - Otero, Regina e Renno, Regina – Ninguém é igual a ninguém - “O lúdico no conhecimento do ser”. - Editora do Brasil.




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