Projetos
Projeto Autonomia e identidade
“Quem somos de onde viemos”
Duração: março e abril
Sensibilizar:
- Sensibilizar a criança no uso
coletivo e individual dos materiais moveis e objetos;
- Aguçar na criança a capacidade de
criar e fazer uso da sua criação: seja um brinquedo de sucata ou uma leitura,
de forma a favorecer a auto – estima;
- Auto-estima, interiorização da
estima que se tem por ela e da confiança da qual é alvo.
Objetivos:
- Identificar o seu nome e de sues
colegas;
- Estimular a capacidade criativa;
- Tomar conhecimento de si e dos
outros;
- Contribuir para a aquisição de
novas regras de convívio social;
- Proporcionar a ampliação dos
conhecimentos infantis por meio de atividades lúdicas;
- Despertar valores de cooperação,
solidariedade, respeito e melhor qualidade de vida.
Conteúdos:
- Explorar os crachás de todas as
maneiras possíveis;
- Montar um mural com o nome das
crianças destacando: letras iniciais, finais, quantidade de letras,
semelhanças e diferenças;
- Discutir e elaborar com as
crianças as regras de convívio social para a sala;
- Conhecimento e reprodução oral de
jogos verbais tais como: músicas, parlendas, trava – língua, advinhas, poemas,
poesias;
- Explorar a origem do nome da
criança e o local onde nasceu;
- Apresentação de objetos pessoais
que fazem parte da história de vida da criança (álbum de fotografias, filmes,
livros, etc.);
- Conhecer, explorar e confeccionar
a árvore genealógica de cada criança.
Orientações:
Projeto Encantar
(Som, Ritmo, Rima e Poesia)
Duração: anual
Justificativa:
A música é muito importante na vida
das crianças pois as mesmas já nascem em ambientes musicais diversos.
Trabalhar música na escola é
continuar o universo que a criança já traz consigo.
A música desenvolve na criança a
identificação do som e suas variantes o ritmo e a linguagem.
Objetivos:
- Ouvir, perceber e discriminar
eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;
- Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
- Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os
outros e ampliar seu conhecimento do mundo.
- Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos por meio de músicas,
brincadeiras, jogos e danças.
Conteúdos:
- Exploração de obras musicais
para propiciar o contato e experiências com a linguagem musical;
- Apresentar objetos que
produzam sons variados;
- Emitir sons diversos: com a
boca, mãos, pés, dedos, etc.;
- Jogos e brincadeiras que
envolvam a dança e a música;
- Repertório de canções para
desenvolver a memória musical;
- Através das respectivas letras
das músicas trabalhadas, explorar: linguagem escrita, rima, criar e recriar
poesias.
Orientações didáticas:
-
Cds;
-
Bandinha;
-
Objetos diversos;
-
O próprio corpo;
-
Brincadeiras;
-
Jogos;
-
Danças;
-
Parlendas;
-
Cartazes.
Projeto: “Aniversário de Ribeirão Preto”
Duração: mês de junho
Justificativa:
O projeto “Aniversário de
Ribeirão Preto” tem como objetivo principal fazer com que o Aluno valorize os
fatos históricos e a cultura de nossa cidade, podendo assim participar como
Cidadão do desenvolvimento histórico – social e político.
A metodologia se desenvolverá de
forma lúdica e prazerosa
Objetivos:
- Conhecer os principais pontos
turísticos da Cidade de Ribeirão Preto;
- Estimular o interesse pela
história do Município;
- Socialização e estabelecer
noções de cidadania;
- Enriquecimento social, oral e
visual;
- Estimular a criatividade;
- Estimular a preservação do meio
ambiente
Atividades a serem desenvolvidas:
Passeios de ônibus passando por
pontos turísticos:
- Teatro Municipal;
- Teatro de Arena;
- Casa da Cultura;
- Sete Capelas;
- Igreja Catedral;
- Palácio do Rio Branco;
- Estátuas (Praça XV);
- Museu do Café;
- Câmara Municipal;
Comemoração Cívica:
- Hastear a Bandeira do Brasil e
Ribeirão Preto;
- Cantar o Hino de Ribeirão
Preto;
- Parabéns pela Cidade de
Ribeirão Preto.
Recursos didáticos:
- Pesquisa de jornais e revistas
dos pontos históricos de Ribeirão Preto;
- Desenhos livres e dirigido do
bolo com recorte;
- Explanações verbais pelos
professores;
- Mural: desenho com guache;
- Cantar o hino de Ribeirão
Preto.
Projeto Adaptação
Período: 03 a 20 de fevereiro
- 03 a 06
de fevereiro
- horário reduzido: período – 7h30 às 10h da manhã.
13h às 15h30 da tarde
- 09 a 20
de fevereiro
– horário normal
Música: O Bicho Homem
Autor: Márcio
Coelho
O boi tem chifre
O gambá tem cheiro
Meu canarinho
Cantarola o dia
inteiro
E o bicho homem
Tem nome
E o bicho homem
Tem nome
Se você também é
homem
Ou se é mulher,
Vou querer saber
seu nome
Diga como é!
"As pessoas com quem construíam
vínculos afetivos estáveis são seus mediadores principais, sinalizando e criando
condições para que as crianças adotem condutas, valores, atitudes e hábitos
necessários a inserção naquele grupo ou cultura específica".
(Referencial vol. 2 p. 17)
Justificativa:
Criar um ambiente acolhedor
fornecendo elementos afetivos e de linguagem para que as crianças apreendam a
conviver, buscando soluções mais adequadas para as situações com as quais
defrontam diariamente.
A educação infantil ressalta a
função de proporcionar às crianças acolhimento que propicie um ambiente
atrativo, aconchegante e de fácil acesso aos pais, viabilizando a localização
das que se estabeleça vínculo afetivo com o professor e as outras crianças.
Objetivos:
- Tornar a chegada das crianças à
escola, agradável e tranqüila;
- Dar oportunidade de trabalhar a
expressão dos sentimentos do ser humano;
- Solidificar os sentimentos da
gente e o sentimento dos outros. Favorecer a interação escola / família através
de atividades;
- Viabilizar a socialização e
adaptação através de diferentes formas de linguagem;
- Orientar o aluno na localização
de sua sala de aula, dependências da escola, funcionários e suas funções;
- Levar a criança a brincar e
trabalhar em grupo;
- Levar a criança a perceber a
importância da cooperação nas relações humanas.
Conteúdos:
- Trabalhar com diferentes formas
de linguagem (oral / corporal / musical / plástica / etc.)
- Atividades lúdicas;
- Exploração do ambiente e dos
materiais escolares;
- Aquisição de hábitos e
adequação a regras;
- Conhecer amigos e profissionais
da escola;
- Elaboração de regras básicas.
Orientações didáticas:
- Organização do espaço físico da
sala de aula, de modo a ser significativo para a criança;
- Interação da criança / criança,
criança / adulto, será feita através de trabalhos em grupo, conversas informais,
atividades livres e estruturadas em sala de aula, parque e quadra;
- Relatos de histórias e
vivências;
- Leitura de histórias e contos
infantis;
- Musical;
- Massinha, guache;
- Recorte e colagem;
- Visitas as dependências da
escola.
Avaliação:
A avaliação será usada para
apontar os progressos que cada aluno faz no decorrer do trabalho, tendo como
referência suas condições ao início do trabalho.
Será usada também para valorizar
as aquisições que o aluno já fez e para definir novas estratégias para fazê-lo
avançar um pouco mais.
Anexo complementar – Agora é
minha vez de falar – Conferência Municipal da Criança
Desenvolvimento da 2ª semana de
março:
Promover a roda da conversa para
socializar e refletir com os alunos as informações tabuladas pela SME por
ocasião da Conferência Municipal da Criança, intitulada “Agora é a minha vez de
falar, que aconteceu no período de 13 a 17 de outubro de 2003, conforme segue: o
que eu quero / o que eu não quero.
Projeto parceiros do saber: Escola
e pais
Duração: durante todo
ano
Justificativa:
Nos dias de hoje verificamos uma
sobrecarga crescente nas responsabilidades da escola no que confere a educação
da criança, a falta de tempo ocasionada pela luta diária pelo pão de cada dia
fazem dos pais figuras cada vez mais ausentes na vida de seus filhos.
A escola passou a ter quase um
status de lar e os professores além de suas atividades pedagógicas, muitas vezes
suprem a criança de afeto, fazendo o papel da mãe ou pai.
Diante disso faz-se necessária a
presença dos pais na escola, de torná-los cada vez mais cientes de suas
responsabilidades também como educador.
Sendo a escola uma extensão da
sociedade ela não sobrevive sozinha, dai a criação deste projeto que visa uma
maior interação sociedade / escola.
Objetivos:
- Dar noção ao pai ou responsável
do funcionamento de uma escola, ampliar seus conhecimentos tanto no aspecto
científico quanto técnico;
- Dar a oportunidade ao pai de
conhecer o trabalho do professor para que assim ele possa valorizá-lo;
- Estimular o amor e o cuidado
por parte dos pais e comunidade pela escola quanto a preservação do prédio;
- Proporcionar aos pais a
oportunidade de realizarem cursos e disponibilizar informações que os capacite
assim de cuidar e zelar pela integridade física de suas crianças tornando-as
assim mais capazes.
Conteúdo:
- Cursos e palestras sobre temas
que tratem de assuntos de interesse da nossa comunidade escolar;
- Realização de atividades
visando maior integração escola / comunidade, isso através de reuniões, debates
e lazer.
Avaliação:
Será feita através da verificação
do aumento do índice de participação da comunidade no ambiente escolar a partir
do início da aplicação do conteúdo.
Projeto: Regras de Convivência
Público Alvo: Todos os alunos
Período de realização: Anual
Justificativa: Como as crianças não nascem
sabendo o que é certo e o que é errado, cabe aos adultos orientá-las no sentido
de se tornarem pessoas prudentes, responsáveis e respeitáveis.
Objetivos:
-
Estimular o desenvolvimento moral;
-
Exercitar comportamentos socialmente aceitáveis;
-
Sensibilizar as crianças para que possam fazer o que é certo e fazer o
bem;
-
Desenvolver um saudável senso de certo e errado nas crianças.
Orientações didáticas:
-
Através da determinação de regras coletivas com o grupo procurar
discuti-las detalhadamente, reforçando-as sempre que necessário;
-
Utilizar exemplos, histórias, músicas, filmes, etc., para reforçar o
comportamento das crianças em direção à virtude;
O mais importante é estarmos
atentos para as mensagens que enviamos a partir de nossas próprias ações.
Avaliação: Observação diária do
comportamento infantil.
Bibliografia:
- Llewellyn, Claire e Gordon,
Mike – “É meu! Não empresto” – Editora Scipione, 2002 – Coleção Valores.
Projeto: Boas Maneiras
Público alvo: Todos os alunos
Duração: Anual
Justificativa: O Projeto Boas Maneiras tem por
fim fazer com que o aluno se torne no futuro um cidadão responsável, que
respeite o seu espaço e o do outro, e que através do que foi aprendido em
relação ao seu comportamento consiga viver bem em sociedade.
Objetivos:
Sensibilizar a criança a:
- Conviver com as diferenças e respeitar as regras de convivência;
- Elaborar as mais variadas atitudes no seu dia-a-dia, tanto na escola
como em casa;
- Cooperar e colaborar com a organização dos ambientes doméstico e
escolar;
- Ter hábitos saudáveis de higiene;
- Orientar para que a criança respeite o seu espaço e o do outro;
Orientar para que tenha bom
comportamento em comemorações cívicas.
Desenvolvimento:
Realizar as atividades em
momentos de:
Conversas informais, leituras de livros para – didáticos e brincadeiras
e jogos lúdicos;
Atividades de artes visuais, músicas;
Através da convivência diária com as regras da classe;
Através de alguns passeios realizados pela escola.
Conteúdo:
-
Bons princípios;
-
Boas maneiras;
-
Respeito ao próximo e a si mesmo;
-
Valorização dos símbolos nacionais;
-
Desenvolvimento da cidadania;
-
Ser organizado e colaborador quanto as suas atitudes.
Avaliação: A avaliação será continua e
decorrente do processo.
O projeto será amparado pela
seguinte bibliografia:
Coleção: Valores, Brian Moses e Mike Gordon, Editora Scipione, os seguintes livros:
-
“Não fui eu” – Aprendendo sobre a honestidade;
-
“Com licença” – Aprendendo sobre convivência;
-
“E eu com isso?! - Aprendendo sobre respeito;
Bibliografia:
- Gomboli, Mário – Tudo o que
você deve saber para não se comportar mal – Editora Paulus, 2001 – Coleção os
Conselhos do Lobinho.
Projeto: Ninguém é igual a
ninguém
Publico alvo: Todos os alunos da escola
Duração: Anual
Objetivo:
Analisar idéias e explorar
possibilidades. Investigar em que situações alguns dados são importantes.
Procurar igualdade e diferenças. Levar a criança a prestar atenção ao que os
outros falam e esperar sua vez.
O educador pode fazer a leitura
do livro todo ou contar a história para os alunos. Num segundo momento, o
professor fará uma roda de conversa com as crianças que vão dialogar sobre a
história lida. Neste momento, a professora estará atenta aos temas que mais
serão discutidos pelas crianças e poderá colocar algumas das questões, abaixo
sugeridas, com o objetivo de fazê-las refletir sobre os fatos cotidianos
vivenciados pelos personagens.
Temas sugeridos: moradia,
sentimentos, características físicas, ser diferente.
Reflexões sugeridas:
Moradia
Lendo a página 3, podemos
investigar a questão da habitação.
1 – A criança do livro mora na
rua? Então onde ela mora?
2 – Só podemos morar em uma rua?
Onde mais é possível morar? (Fazenda? Árvore? Barco?)
3 – Você conhece alguém que não
tem casa para morar? Onde ela mora? Na rua?
4 – A casa de uma pessoa pode ser
na rua?
5 – Uma casa precisa ter
teto, parede, telhado, banheiro, porta, janela, torneira, quarto, sala? Por quê?
6 – É importante saber onde
moramos? Por quê?
7 – É importante saber onde os
outros moram? Por quê?
8 – Podemos dizer que conhecemos
as pessoas porque sabemos onde ela mora?
9 – Você conhece seus vizinhos?
10 – É importante saber quem são
os vizinhos? Por quê?
Sugestões de atividades: Música:
A CASA
(Vinícius de
Moraes)
Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na rua dos Bobos
Número zero
- Confecção da dobradura da casa
montagem de um painel com o trabalho das crianças. Pode-se fazer uma rua, um
bairro, etc.
Características Físicas
Lendo as páginas 4, 5, e 6,
podemos analisar as idéias do personagem a respeito das características físicas
dos colegas.
1 - O que é ser uma pessoa
gorducha?
2 – Alguém pode ser considerada
gorda por uma pessoa e magra por outra? Explique.
3 - O que você pensa sobre a
atitude dos meninos de chamarem Paulinho de “Baleia, saco de areia”?
4 – Você já agiu de modo
semelhante? Quando?
5 – Outras pessoas já chamaram
você por um apelido que você não gostou? Por quê?
6 – Por quê Joana queria ser
branca?
7 – Existem diferenças entre
crianças negras e brancas? E semelhanças?
8 – Que argumentos você poderia
usar para deixar Joana mais feliz?
9 – Por quê Davi era chamado de
“cabeça de fogo”? O que era vermelho a cabeça ou o cabelo de Davi?
10 – Por quê algumas pessoas
colocam apelidos em outras?
11 – Existem apelidos carinhosos
ou todos são ofensivos? Você tem apelido? Você gosta dele?
12 – O que é mais importante: As
características físicas ou jeito que somos? Explique.
Sugestões de atividades:
-
Pedir para as crianças compararem as características que aparecem no
livro com suas próprias características. A professora pode levar um espelho
para a sala de aula, deixar as crianças se olharem e depois se desenharem.
-
Observar as impressões digitais:
O professor pode pedir para as
crianças observarem as próprias mãos e os dedos (as impressões digitais).
Depois, as crianças poderão “molhar” os dedinhos na tinta e “carimbá-los” em uma
folha de papel. Elas podem trocar impressões digitais, discutindo sobre o que há
de igual e de diferente entre uma e outra. Ao final, as crianças podem se
desenhar a partir das impressões digitais carimbadas.
Sentimentos
Lendo as páginas 7, 8, 9 e 10,
podemos observar os sentimentos do personagem sobre si mesmo
1 – O que você mais gosta em
você? Há algo que você não goste em você?
2 – Há algo que deixa você com
raiva, triste, feliz? Como você fica? O que você tem vontade de fazer?
3 – Outras pessoas podem ajudá-lo
a se sentir melhor? Quem? Por quê?
4 – E você pode ajudar outras
pessoas? Como?
5 – O que podemos fazer para
ajudar aos outros e a nós mesmos? Coloque suas idéias.
Sugestões de atividade:
- As crianças podem fazer
expressões faciais de sentimentos e emoções. O professor também pode contar uma
história, como por exemplo: “Lucas caiu e machucou o joelho ele está com dor,
como o rosto dele está?”.
- Pedir para as crianças
representarem com expressões faciais, o que sentem quando:
1 – Sentam sobre pedrinhas
2 – Batem o braço
3 – Vêem uma briga
Ser Diferente
Lendo a página 11, podemos
analisar a questão das igualdades e diferenças.
1 – É possível uma pessoa ser
igual a outra? E uma pessoa ter características parecidas com as de outras
pessoas?
2 – Você conhece pessoas iguais?
Os gêmeos são iguais? Eles pensam da mesma forma?
3 – Já pensou se todos fossem
iguais? Como seria o mundo?
Sugestões de atividades:
- O professor pode pedir para que
as crianças se agrupem de acordo com uma regra estabelecida por elas. As
crianças devem se organizar sozinhas e devem tentar resolver os problemas que
aparecerem por elas mesmas.
Exemplo de agrupamento: por sexo,
idade, nome, tipo de calçado, etc..
- Pode ser colocado, no centro do
círculo, cinco objetos. O professor pode pedir para que as crianças observem os
objetos durante alguns minutos. Em seguida, poderá cobrir alguns objetos e as
crianças deverão dizer quais dos objetos antes observados, agora estão cobertos.
Bibliografia:
- Otero, Regina e Renno, Regina –
Ninguém é igual a ninguém - “O lúdico no conhecimento do ser”. - Editora do Brasil.
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